segunda-feira, 13 de abril de 2015

Quando não se quer fazer algo...

*Ligar pro veterinário pra saber quanto sai as vacinas v4 e anti-rábica pra gata.
*Ligar pra saber quanto o amigo depositou na sua conta pra pagar uma compra que ele fez,
*Ligar pra pedir a fatura do cartão para o proprietário do cartão.
*Ligar pra informar a conta bancária de um terceiro para um quarto.
*Ligar pra saber onde será o ponto de encontro do grupo.
*Ligar pra saber se seria vantajoso ou mesmo possível acrescentar um ponto de internet em casa.
*Ligar pra cobrar quem te deve.
*Ligar pra remanejar testes de nível de gente que sempre (e também) perde o prazo.
Mandar e-mail pra representante da Oxford para saber das novas edições do meu material de trabalho. (E-mail não adiantou. *Tem que ligar).

Ligar ligar ligar eu vou ligar. Eu não quero ligar. E se as vacinas forem muito caras, ou se o amigo não depositou o dinheiro ainda? Se a fatura não chegou, se o terceiro deu em cash pro quarto, ou se o ponto de encontro for muito longe (e eu nem queria ir mesmo). Se a net decidir dobrar os valores mensais e se quem deve não pagar mesmo? E se o camarada do teste ficar ensebando a vida toda assim como eu pra fazer o que tem que fazer e não fizer nunca? E se os livros forem "cortesia" cobrada?

As coisas mais simples são as que mais podem empatar a vida. Tão simples livrar-se delas,
E se eu mudasse meu plano de telefone pra poder ao menos não gastar tanto?
Neste caso...
*Ligar pra TIM e verificar planos econômicos.
¬¬

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Vegetação absolutamente não Voluntária.

A ....
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...




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...

E l..                ...                  .         ...

.
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...                  .                     ...                               .           Is...

so                 mesmm                              o.

Assi        m
q
an                              da                                       M   i     n   h      a                 cabeç...



meus               pe                     n..........   samen                   tos...



Me i  O       solt            os.....................  soltos                                 .  ......  po               ... raí...

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Sim, eu tenho vísceras.

Existem sentimentos gigantes e auto sustentáveis. Sentimentos indestrutíveis. Sentimentos imortais. Assumem forma tao grande e monstruosa q despertam todos os instintos d sobrevivência. Sentimentos atemporais. Existem desde que existo. E a batalha continua. O monstro, o lobo sai das entranhas rasgando todos os tecidos, as vísceras, o coração...
Como domar algo tão desproporcionalmente humano? Como entender, como aceitar, como sobreviver?
Levanto todo santo dia como um cidadão de bem, tomo meu café e vou trabalhar. E dentro de mim carrego... o meu animal, meu irracional, meu inconsciente, acuado e assustado, confuso e feroz.

sábado, 4 de outubro de 2014

De volta ao planeta.

Life is weird.
Coisas novas se tornam velhas. Desafios se tornam obstáculos passados. Descobertas deixam verdades  à mostra que, uma vez pulverizadas em terapia, voam que é uma beleza... sei lá pra onde. Não importam mais.
E aí... a gente para diante do nada bombardeado pelo tudo. Tudo de uma vez, pra tomar espaços, inquietar. Mente inquieta é assim. Silêncio interno é um privilégio a ser entesourado quando acena efêmero.
Fiz a unha e ao invés de jogar o pote de água na pia, joguei no lixo. J Digo isso agora porque é isso que dá quando se está no lugar que estou agora. Dentro do meu próprio receptáculo de idéias e sentimentos. Passado o período de acomodação das placas tectônicas, da criação de novas ilhas e dissipada toda a fumaça, posso respirar o presente...
E sabe a dor de nocaute do “e agora, José”? Sabe a dor de ser surpreendido sem resposta alguma à essa interrogação esbofeteadora? Pois é... essa dor foi digerida em lavas incandescentes, de modo que agora, quando um “bem intencionado” qualquer me pergunta de coisas tristes e passadas, ou de coisas futuras e incertas, me surpreendo com um: “HEIN?!“
Quem tem uma cabeça vulcânica pode entender a paz que dá quando conseguimos a façanha de olhar pro que passou, por quem passou, pro que era e não é mais, pro que talvez será, como parte de um processo. Sendo um processo, então... novas coisas novas aparecerão. Novos desafios surgirão. Descobertas serão eternas, não importa o quanto gastemos com terapia. No tempo que passei “fora” daqui, cavoquei muito em outras cabeças procurando por outras idéias e outros ares. Fui de Chico Buarque a Miley Cyrus. Isso mesmo, você não leu “Miley” errado não. (E quer saber uma frase pérola dela? “Pessoas muito certas, normais e legais demais, quando entram no quarto se revelam psicopatas” huahuahuah E não é que é verdade? Rs).
A vida é um processo e está cheia, cheia de coisas novas.
Termino aqui esse texto meio confuso e meio enferrujado ouvindo Brothers In Arms e com a frase mais coerente do post:




quarta-feira, 4 de junho de 2014

sábado, 12 de abril de 2014

As estações

O clima mexe conosco. Fato. O calor, o frio, o sol, o cinza, o vento, a chuva...
O Outono mexe comigo. Uma estranha desgraçada nostalgia, uma saudade profunda de algo, um sentimento inquietante, sufocante, sereno, alegre, feliz? Não sei. Não está aqui.
Nunca prestei atenção a detalhes, a menos que esses estivessem intrinsecamente ligados à sensações. Paraliso como se estivesse prestes a voltar...
E daí fico assim, adulto, com essa lembrança infantil, um algo infantil com certeza...

segunda-feira, 7 de abril de 2014

"Eu faço desmaterializações..."

Há os que fazem materializações...
Grande coisa! Eu faço desmaterializações,
Subjetivações de objetos.
Inclusive sorrisos,
Como aquele que tu me deste um dia com o mais puro azul de teus olhos
E nunca mais nos vimos. ( Na verdade, a gente nunca mais se vê...) No entanto, 
Há muito que ele faz parte de certos estados do céu,
De certos instantes de serena, inexplicável alegria,
Assim como um vôo sozinho põe um gesto de adeus na paisagem,
Como uma curva de caminho,
Anônima,
Torna-se às vezes a maior recordação de toda uma volta ao mundo!

Mario Quintana